Concordâncias
Acabei de ver um erro crasso num post desses aí em baixo.
Já arrumei.
Porém, peço desculpas. Nunca releio o que escrevo aqui.
Releve.
Mas vou continuar assim, viu.
Isso aqui não é trabalho, é divertições.
Acabei de ver um erro crasso num post desses aí em baixo.
Já arrumei.
Porém, peço desculpas. Nunca releio o que escrevo aqui.
Releve.
Mas vou continuar assim, viu.
Isso aqui não é trabalho, é divertições.
Postado por Raquel às 18:30 0 comentários
Lady Macbeth:
Não há ganhos, tudo é perda,
Se o desejo se alcança sem prazer.
É mais tranquilo ser o que foi findo
Que ficar inseguro destruindo.
(Entra Macbeth)
Então, senhor? Por que ficas tão só,
Na companhia de lembranças tristes
e idéias que deviam ter morrido
Com os que as relembram? Coisas sem remédio
Não têm valor; o feito já está feito.
Postado por Raquel às 14:38 0 comentários
O Homem é a única criatura que consome sem produzir. Não dá leite, não põe ovos, é fraco demais para puxar o arado, não corre o que dê para pegar uma lebre. Mesmo assim, é o senhor de todos os animais. Põe-nos a mourejar, dá-nos de volta o mínimo para evitar a inanição e fica com o restante. Nosso trabalho amanha o solo, nosso estrume o fertiliza, e no entanto nenhum de nós possui mais que a própria pele.
Relendo George Orwell
Postado por Raquel às 14:58 0 comentários
A senhora que estava atravessando a rua com a filha disse:
- São florinhas mimosas.
Li sobre uma exposição, em Belo Horizonte,inspirada nas escrituras da Llansol.
O moço que entrega papel higiênico no hotel canta enquanto descarrega.
O João sorri ao varrer o passeio.
Postado por Raquel às 09:05 0 comentários
Gente, o Victor nasceu!
Era madrugada no Brasil, não sei que horas eram na Espanha.
Arthur passa bem.
Dorthe está ótima.
Victor é lindo.
E eu adoro ser tia, mesmo de longe.
Thuca mandou eu espalhar a notícia...
Postado por Raquel às 09:37 0 comentários
Diálogo Rafael (4 anos) e Beatriz (7 anos):
-Bibia, você já encontrou o amor da sua vida?
-Eu, não Rafa, e você?
-Eu já.
-É a Bebelinha?
-É sim
Postado por Raquel às 09:35 0 comentários
Do mesmo livro já citado, ainda Antônio Vieira:
Aprendamos do céu o estilo da disposição, e também, o das palavras. Como hão de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras. Assim há de ser o estilo da pregação, muito distinto e muito claro. E nem por isso temais que pareça o estilo baixo; as estrelas são muito distintas , e muito claras e altíssimas. O estilo pode ser muito claro e muito alto; tão claro que o entendam os que não sabem, e tão alto que tenham muito que entender nele os que sabem.
O melhor retrato de cada um é aquilo que escreve.
O corpo retrata-se com o pincel, a alma com a pena.
Postado por Raquel às 17:07 0 comentários
- Hoje eu truxe outra...
- Não é truxe, Rafa, é trouxe.
(silêncio)
- Não,gente,eu tava falando que eu estou tusso muito...
(Ele ainda tem 4 anos.)
Postado por Raquel às 15:37 0 comentários
Já tô acabando de ler o livro e não publiquei um trecho sequer. Se quer, aí vai:
Pe. Vieira em
A eternidade e o Desejo, de Inês Pedrosa:
Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima, e não vidros; quem ama defeitos, cuidando que são perfeições, perfeições ama, e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza, e amais vidros de fragilidade; cuidais que amais perfeições angélicas, e amais imperfeições humanas. Logo, os homens não amam o que cuidam que amam. Donde também se segue que amam o que verdadeiramente não há, porque amam as coisas, não como são, senão como as imaginam, e o que se imagina e não é, não o há no mundo.
O sensível, o imaginário, o existente e o possível, o finito e o infinito, tudo enche, tudo inunda, por tudo se estende, e até onde? Até onde não há onde, sem termo, sem limite, sem horizonte, sem fim, e, por isso, incapaz de circunferência: Circumferentia musquam.
Postado por Raquel às 15:23 0 comentários
Comprei fraldas descartáveis hoje. Acho que pela 1ª vez na vida.
Difícil.
Fiquei olhando os modelos, as marcas, os tamanhos, as quantidades, os preços. Não entendi a lógica.
Não soube decidir pela melhor. Me encheram de conceitos que eu não entendia se era pro bem ou para o mal.
Não soube decidir pela mais bacana. Design estranho. Nessa hora é bom infantilizar?
Não soube decidir pela mais cara, nem pela mais barata. Cada uma tinha um preço e uma quantidade diferente. Pra não falar dos detalhes tecnológicos. Era necessário muita matemática pra decidir pelo custo-benefício.
Comprei a menos prática (o pacote é enorme, tem até alça.), mas com os personagens mais simpáticos.
Será que eu fiz uma boa compra?
Postado por Raquel às 15:13 1 comentários
substituir
escolher
piorar
reescrever
mudar de lugar
acrescentar
acatar
Ainda bem que nem sempre é assim.
Postado por Raquel às 10:45 2 comentários
Jazz.
Depois,
alface.
(Post para 4 pessoas entender.Ou não.)
Postado por Raquel às 15:38 1 comentários
- Olha uma estrela caindo...
- Não pode falar, Raquel! Vou fingir que não escutei.
- (olhando com carinho nos meus olhos)Tia Quequel, você precisa manter a calma.
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Olha a renda que as traças fizeram nessas revistas...
- Pin up, heim?
- Que cara boa, sô.
- É tiramos essa foto depois do magic (pronúncia francesa).
- Esse filme é ruim, heim.
- Põe ruim nisso.
- A corrida acabou?
- Num sei...
- Uai, você não está assistindo?
- Não. Tô vendo uns carrinhos passar.
- Cheguei. Oncetá?
- No Pátio.
- Sabia...
- Raquel Cabral!
- Ei professor. Deixa eu te dar um abraço. Faz vinte anos...
Postado por Raquel às 11:48 0 comentários